SINOPSE HANA NO NAMAE (AINDA NÃO SABEMOS)

Alisson dos anjos é um garoto normal que ama mangás shoujo (gibi japonês de romances) e conhece o coração das meninas como ninguém, mas ele nunca pensou em conquistar alguém, por que não há pessoas na sua escola que o interessa. Ele leva uma vida bem pacifica ao lado do seu melhor amigo Clayton Araújo.

Mas no início do primeiro ano do ensino médio, sua vida pacifica irá se transforma.

É outono, quando ele conhece a nova aluna de sua classe, que o deixa completamente apaixonado, mas na verdade ele não sabe o que é paixão, sempre leu shoujos, mas nunca sentiu o amor no seu coração, o que o deixa maluco ao vivenciar esse romance, mas com passar do tempo, ele aprende o que é amor e como amar sem machucar o próximo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

capitulo 08 - Aproximação part.2


Notas do Autor
Yooh mina-san
Tudo bien?, este capitulo estar bem legalll e só para avisar ele é o ultimo da saga “aproximação” >.< por isso ele ficou tão grande decidi não dividi-lo. xD
Desejo uma ótima leitura para vocês, até já.

Capítulo 08

No capítulo anterior...
Aiko estar seguindo à risca, tudo o que ele aprendeu com os mangás shoujos, tudo isso para poder conquistar Sandy, a garota que ele ama, e hoje ele estar ainda mais inspirado, ele está fazendo um trabalho em dupla com ela, isso estar aproximando, cada vez mais, esse casal que tanto queremos ver juntos.
Light Novel Projeto

Aproximação Part.2”

Neste momento, estou seguindo Sandy até a sala da diretora, estou pouco me lixando, para o que vai acontecer ou o que precisamos fazer, só quero aproveitar esse dia e conquistar o seu coração.
Chegamos a sala da diretora.
“Pronto, agora entre.” Sandy fala cruzando os braços.
“Eu não ...” respondi me virando.
Bom, eu poderia entrar a qualquer momento, por que, não tenho “frescura”, sou muito ousado, mas eu só queria ver até onde aquilo tudo iria dar. Sei que fazendo a história se estender, e não fazendo o dia dela ficar sem graça, posso conquista-la.
Nesse momento ficamos três segundos em silencio, até que eu falei.
“Está bem você bate e eu falo.”
“Que “você bate”, vai logo.” Ela falou isso enquanto me empurrava para mais perto da porta.
“Okay, okay.” Falei, enquanto batia na porta.
Uma voz lá dentro falou.
“Entre.”
E entrei, conversei com a diretora e logo sai.
“Iae? o que ouve e por que foi tão rápido para pegar a autorização?”
Começamos a nos dirigir ao portão de saída da escola.
“Bom a diretora disse que não precisa de autorização.”
“Eita está vendo, e tu faz um rebuliço só por casa disso.” Ela fala.
“Como eu iria adivinhar, que era só isso?”
“Bom, vamos andando.”
Saímos pelo portão da frente, em direção a papelaria mais próxima e estava adorando estar ali com Sandy andando na rua debaixo de um sol não tão agradável simplesmente seguindo ela por que ela estava andando um pouco rápido demais, mas eu não ousei acompanha-la e andar ao seu lado, acho que ela não se sentiria bem assim, então continuei assim até a papelaria.
“Boa tarde.” Assim saudamos os atendentes da papelaria.
“Vamos ver primeiro a lista do que vamos comprar.” Sandy falo virando para mim e abrindo um folheto.
“Certo peque esses objetos, que estão na lista e coloque em cima do balcão.”
E pequei a lista da mão dela e comecei a olhar tudo, erra poucas coisas que precisávamos comprar.
  • Bolinhas de isopor três de tamanhos diferentes.
  • Uma cola de isopor.
  • Emborrachado de cor roxo.
  • Um canetão.
  • Folha branca.
E eu vi muita coisa legal na papelaria, que é um local que eu nunca mais tinha visitado pois minha mãe sempre dava um jeito de comprar todos os meus materiais. Com tantas coisas acabei acrescentando a lista.
  • Um caderno de desenho, do “bakuman”, com contagem milimétrica.
  • Uma caixa de lápis de cor, com vinte e quatro lápis.
  • Três canetas tinteiro, refil descartável.
  • Uma agenda, com capa do “death note”.
Me dirigi ao balcão com todo aquilo nas mãos.
Sandy falou quase gritando.
“EII, eu não vou pagar por tudo isso ai não!”
“Calma, eu pago!” falei de forma calma.
Coloquei tudo sobre o balcão. Sandy se aproximou e começou a fuçar tudo dizendo.
“Pra que, você quer tudo isso?”
Ela continuou olhando objeto por objeto.
“É que eu desenho mangá e estou pensando em fazer alguns projetos, para depois da escola.”
Sandy olhou para mim como se fosse dizer algo, mas se virou para a vendedora que estava fazendo a contagem dos materiais e disse.
“Hum.”
Peguei a nota fiscal da mão da vendedora, olhei e em seguida comecei a pegar o dinheiro, Sandy de repente, puxou a nota fiscal de minha mão e disse.
“Eu vou pagar metade.”
“Não precisa, eu disse que iria pagar tudo.” Falei com o dinheiro na mão.
“Não, eu faço questão.”
“Está bem.”
Nesse momento tive muita vontade de abraçar e dar uma mordida na bochecha dela. De tão fofa que ela é achei legal da parte dela ter se disposto a pagar metade, pois sei que nesse cidade existe muitas pessoas interesseiras. Que mesmo sendo amigo de alguém, não pagaria metade de nada. E Sandy mesmo não me conhecendo muito, se dispôs a isso.
Depois de pagar tudo, peguei todas as sacolas e nós dirigimos a escola.
Não dirigimos uma palavra ao outro até chegarmos na escola.
Chegando na nossa sala, olhei o relógio faltava vinte minutos para a aula começar.
“Vamos fazer a maquete logo.” Sandy falou se sentando.
Me sentei também pequei um mangá e disse.
“Agora não vamos descansar. Temos o intervalo da tarde ainda.”
Abri o mangá e relaxei na cadeira.
Sandy puxou meu mangá das minhas mãos, puxar um mangá assim quando eu estava de boa, lendo, acho que ela perdeu a noção do perigo. Ela mangá o colocou em cima da minha banca e disse.
“Por favor, Aiko Vamos fazer o trabalho logo?”
Woo, ela me chamou de Aiko e pediu por favor, bom acho que posso deixar passar essa.
Puxei o livro e olhei enquanto falava.
“Okay okay mãos à obra! Vamos ver aqui, humrum.”
Sandy deu uma leve gargalhada. E começou a pegar os materiais nas sacolas, logo nossa pequena maquete estava pronta, com uma base de isopor coberta por uma camada de emborrachado roxo, com o nome do elemento escrito em uma papel com caneta roxa e o elemento logo em cima com sua massa atómica pintada de roxo. Acho que Sandy gosta muito de roxo muito mesmo.
Quando terminamos nosso trabalho em menos de quinze minutos ainda tivemos tempo de arrumar nossos materiais, logo o professor chegou e assim se passou as aulas tranquilas até o intervalo do lanche da tarde onde nem saímos para comer e ficamos estudando o conteúdo para a apresentação que seria muito rápida.
Faltava cinco minutos, para o sino tocar, quando alguns alunos já retornavam a sala e sem perceber Clayton aparece na porta seguido de Amanda eles puxaram umas cadeiras e se sentaram perto de nós que não estávamos fazendo mais nada de importante a alguns minutos, Sandy estava com os fones de ouvido, conectados ao celular, olhando no celular o que parecia ser apenas conversas e eu estava terminando de ler meu mangá.
“IAE Aiko.” Clayton fala para mim sorridente.
Eu coloco o mangá sobre a banca. E me ajeito na cadeira se aproximando mais da carteira.
“Hai.” Amanda falou também sorridente.
“Olá pessoas.” Sandy falou tirando um dos fones de ouvido.
E daquele momento, nós pomos a conversar um sobre o outro, falando dos nossos gostos.
Primeiramente, ninguém ali, curtia a cultura da nossa cidade, os costumes e tradições, as músicas e os gostos.
A todos nós amamos as culturas asiáticas, para ser mas especifico as japonesas e coreanas. Sandy e Amanda se denominavam K-popper, eu e Nahime Otaku, além de curtirmos os sons, filmes e serie americanas.
Meu passa tempo é desenhar, o de Clayton além de jogar é criar jogos RPG, o de Amanda é Ler, de tudo um pouco, e Sandy, bom ela disse que não faz nada, além de estar na internet e passar o dia no whatsapp.
Nada no mundo é perfeito mesmo, por mais que eu ache que ela perfeita, todos nós temos falhas, e é por essas falhas, que não devemos colocar toda a nossa confiança nas pessoas.
Estávamos bem desatentos, quando nós estávamos conversando, tanto que nem vimos o sino tocar, a professora entrou na sala e deu uma boa tarde, em auto e bom tom.
“Boa Tarde, gente dirijam-se as suas cadeiras.” A professora se dirigiu a sua mesa e colocou sua pasta em cima dela.
“Nossa já tocou.” Nahime falou.
“Nem vimos o sino tocar.” Sandy concluiu.
“Menina.” A professora olha fixado para Amanda.
“Seu nome é Amanda, né? Do primeiro B. O que você faz aqui? Por acaso você não leu as normas da escola, quando o sino tocar devemos todos estar em suas salas.” A professora se aproximou de Amanda.
Amanda estava agora em pé, no meio da sala, para mim a professora já estava passando dos limites, falar isso na frente de todos, poderia no mínimo tela chamado para fora e conversado lá.
Amanda abaixou a cabeça enquanto a professora se aproximava. De repente Clayton se levanta se pondo entre a professora e Amanda e fala assim como a professora em auto e bom tom para todos escutarem.
“Desculpe professora, eu que a chamei aqui, se for culpar alguém culpe a mim. Não a Amanda.”
Nesse momento Amanda levanta sua cabeça e ver que Clayton não abaixou a sua cabeça, ao falar isso. Pois nesse mundo não devemos baixar a cabeça para ninguém, pois não somos melhores nem piores, e os erros vem, para que possamos aprender com eles, não para sermos rebaixados. E Clayton sabe muito bem disse.
Nesse momento a professora que não demostrava raiva mas sei que estava furiosa pois podíamos ver nos seus olhos disse.
“Pois bem Clayton Araújo, vamos a diretoria e Amanda por favor se dirija a sua sala.”
Clayton saiu na frente seguido da professora e Amanda foi logo atrás para sua sala.
Todos na sala estavam inquietos falando.
“Você viu como ele a defendeu parece que eles são namorados.”
“Eu acho que ele gosta dela, por ter feito isso.”
Não demorou muito até a professora voltar, seguida de Clayton que se sentou e ela iniciou a aula. Logo a próxima aula chegou e assim apresentamos nossa maquete foi uma apresentação bem tranquila para mim.
A última dupla se apresenta, assim o professor fala.
“Gente, agora vocês podem organizar seus materiais, esperem o sino tocar e podem sair.”
Nós levantamos e organizamos toda aquela bagunça, que fizemos para poder apresentar o trabalho. Sandy recolheu todos os seus materiais e logo ia se dirigindo a porta, falei.
“Até Amanhã Sandy.”
Ela não falou nada mas colocou um folheto sobre a minha cadeira e saiu pela porta da frente. Eu recolhi o papel que acabou indo parar no chão por causa do vento.
“O que é isso ai?” perguntou Clayton, que já estava me esperando.
“Eu não sei, bicho curioso.” Falei para Clayton depois de ter pegado o folheto e abri.
“woooo~ é o número de Sandy eu acho.” falei
“Mas tem o nome Yoona.”
“Deve ser algum NickName assim como o nosso.” Falei para Clayton.
Recolhi meu material e saímos da escola, no caminho, agendei o número dela no meu celular.
Fiquei muito feliz por ela ter me dado o número, agora eu poderia ligar para ela mandar mensagens trocar mensagens, uma infinidade de coisas, mas claro tudo que fosse relacionado a escola, naquela noite não tive coragem de ligar para ela, mas mandei uma mensagem só com o tempo.
(Mensagens Reais, veja que a data não bate com a data da história.)
[Boa noite, Yoona.] Para: Yoona (Sandy) Enviada: 22:58:39 28/03/2013
E ela me respondeu.
[Boa noite, Aiko Yuto.] Remetente: Yoona (Sandy) Recebida: 23:03:19 28/03/2013
Pensei que ela não estivesse acordada a essa hora, mas que bom que ela me respondeu.
No outro dia na aula, eu a saudei.
“Bom dia, Yoona.” Mas pronunciei Yôna.
“Não é Yôna, é Yúno.” Ela sorriu ao falar isso.
“Ha desculpa, eu não estou ligado no inglês.” Tentei me explicar.
“Não é Inglês é coreano.” Ela gargalhou bem auto.
Também ri de mim, e assim durante um mês nossos dias se passaram como “amigos mais íntimos”, Nahime sempre me aconselhava algumas coisas, e sempre dizia.
“Cuidado mano você pode acabar entrando na zone friend<.” (zona da amizade)
Temi que isso acontecesse, e que eu perdesse a chance de conquista-la, e ela só me olha-se como um amigo, não gosto nem de pensar nisso.
Light Novel Projeto


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