SINOPSE HANA NO NAMAE (AINDA NÃO SABEMOS)

Alisson dos anjos é um garoto normal que ama mangás shoujo (gibi japonês de romances) e conhece o coração das meninas como ninguém, mas ele nunca pensou em conquistar alguém, por que não há pessoas na sua escola que o interessa. Ele leva uma vida bem pacifica ao lado do seu melhor amigo Clayton Araújo.

Mas no início do primeiro ano do ensino médio, sua vida pacifica irá se transforma.

É outono, quando ele conhece a nova aluna de sua classe, que o deixa completamente apaixonado, mas na verdade ele não sabe o que é paixão, sempre leu shoujos, mas nunca sentiu o amor no seu coração, o que o deixa maluco ao vivenciar esse romance, mas com passar do tempo, ele aprende o que é amor e como amar sem machucar o próximo.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Capítulo 05 - Admiração

Notas do autor

Yooh, Mina-san.
Como prometido do papai Noel, kkkk, tá aqui o capitulo 5. >.<
Bom em relação as capas, eu fiz uns desenhos bem básicos, por causa da minha preguiça e das visitas que tive que fazer a alguns familiares. Mas espero que vocês tenham gostado. Esse capítulo também não é 100% inspirado em Sandy mas em Emanuela a primeira Otome que conheci na minha nova Escola. Eu fiz exatamente assim kk foi muito bom aquele tempo. xD

Agora divirta-se lendo este capitulo.



Capitulo 05

No capítulo anterior ...
O primeiro dia de aula de Aiko já se iniciava, ele já tinha conseguido pegar algumas informações da garota do bosque, como o seu nome, Cingrid Sandy, agora ele está a caminho de mais uma batalha, que não será travada com armas, mas sim com palavras. Aiko está decidido, pois mais do que nunca está apaixonado por essa linda garota ruiva, e agora ele está se dirigindo a ela. Ainda era de manhã, estava um pouco frio, mas o coração de Aiko já estava bem aquecido.
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"Admiração"

Quando cheguei perto dela, parecia que ela estava concentrada demais no lanche. Seu cabelo estava souto agora, me segurei um pouco para não “babar” perto dela. Fiquei um pouco receoso para falar com ela. Mas agora eu mais a admiro, por desenhar mangá, do que estou apaixonado por ela. Então estou decidido em falar com ela, me aproximei mais e balancei a mão na frente dos seus olhos, falando.
“OI~” ela deu um pulinho do banco, ela se assustou. Quase que eu falo, kawai desu (você é muito fofa). Falei enquanto me sentava no banco afrente dela.
“Nossa você se assustou, me desculpe.”
Fiquei com muito medo ainda, por que dizem que, a primeira impressão é o que vale. Espero que ela não ache que eu sou um retardado. Ela nem olhou pra mim antes de prosseguir dizendo.
“Não foi nada, está tudo bem.”
Ela continuou a comer, eu dei mais uma mordida do sanduiche e perguntei.
“Você desenha a quanto tempo?” ela engoliu um pedaço do sanduiche que estava em sua boca e olhou pra mim, com seus olhos castanho claro bem abertos, perguntando.
“Como você sabe que eu desenho?”
“Bom, é que, eu vi você desenhando na sua prova.” Nesse momentos nossos olhos se encontraram, ela rapidamente abaixou a cabeça e disse baixinho.
“Aaaa, é mesmo.”
Ela voltou a comer, parecia que ela não queria papo comigo, mas eu sou muito persistente, pois sou meio infantil em nunca querer perder, e assim acabo persistindo.
“De onde você é?”
“Eu sou da capital.”
“Woo, legall. Dizem que lá tem muito evento de animê e mangá, sabe eu também desenho.”
“SÉRIO, você desenha?” Ela apontou para mim, ainda com o copo na mão, quase derramando o suco que estava dentro, em cima de mim. Ela estava de boca aperta, abaixou sua mão e falou.
“Achei que nunca fosse encontrar um otaku por aqui.” Que fofa sua expressão agora, seus olhos estavam bem abertos, em cima de mim, e ela estava com um sorriso no canto da boca.
“Bom até agora eu só conheço alguns na internet e meu amigo Clayton.” Eu apontei para Clayton que estava conversando com uma garota. Sandy olhou e disse.
“Aaa, o garoto que tá na nossa sala.”
“É ele mesmo. Ele também é otaku e gamer, também.”
“Hum.”
Estendi minha mão dizendo.
“Meu nome é Alisson e o seu?”
“Cingrid Sandy.” Ela apertou minha mão.
Nossa, a mão dela é tão fofa e pequena, da vontade de morder. Dedos curtos e sua palma da mão tão carnuda e rosada, espero um dia poder morde-la, sabe eu sou um pouco obcecado por mordidas, amo morder coisas fofas como bochechas, lábios e mãos.
Essa garota com certeza tem algo especial pois é diferente de todas as garotas que eu conheci e fiquei. Eu realmente estava muito feliz em estar conhecendo uma otome. Eu nunca vi uma otome, apesar de que elas são garotas normais, como qualquer outra pessoa, mas na frente de Sandy eu estava agindo como um bobo por conhece-la, na verdade eu estava muito feliz.
De repente o assunto acabou, eu sinto que tenho tantas coisas para falar com ela, mas tenho que ir devagar, pois um dia eu vou conseguir conquista-la, como um protagonista de animê shoujo, se ela não se apaixonar por mim agora, eu tenho que faze-la se apaixonar por mim depois que ela me conhecer realmente, eu vou conquistar sua admiração, pelo o que eu sou. Fiquei observando ela comer, observando o quanto ela é fofa. Nós acabamos de comer, Sandy de repente se levantou e disse.
“A gente se ver na sala.”
“Okay.” Respondi rapidamente enquanto olhava ela se afastar.
Voltei a olhar para Clayton, que já se dirigia para onde eu estava, agora sem nenhuma garota por perto dele. O Sinal tocou antes mesmo dele sentar ao meu lado, ele disse.
“Vamos para a sala.”
“Okay.” Respondi.
Subimos de volta para nossas salas, chegando lá não encontrei Sandy, apenas alguns alunos que já estavam dentro da sala. Sentei na minha carteira Clayton foi para a carteira dele. Ele pegou um mangá e começou a ler me ignorando totalmente, também não liguei, peguei um mangá e comecei a ler. Sandy acabou de entrar na sala mas não percebi, de repente ela falou comigo.
“Oi.” Ela se sentou.
“Opa.” Me assustei um pouco. Pensei em puxar um papo, mas de repente o volume de alunos que entrava na sala aumentou, e em seguida o professor apareceu. Desse momento nós não nos falamos mais. Só ficamos escrevendo algumas anotações, como o nome dos professores que entraram nas três últimas aulas da manhã.
Estávamos na última aula da manhã, quando o professor falou.
“Gente vocês só terão aula hoje até meio dia Só a partir da semana que vem vocês terão aula integral, mas essa semana vocês só terão aula pela manhã. Agora vocês tem dez minutos para arrumarem seus materiais, esperem o sino e depois podem ir.”
O professor se retirou da sala e todos nós ficamos na sala esperando o sino, Clayton veio a frente da minha branca e disse.
“Aiko, meu pai não vem me pegar hoje, vamos para casa juntos?”
“Okay.” Disse sorrindo para Clayton.
O sino tocou Sandy se levantou rapidamente falando.
“Tchau, meninos. Até manhã.”
Eu e Clayton respondemos.
“Até.”
Clayton continuou.
“Ai, ai, que kawaii.” (Fofa)
“Ei, ei tira o olho Nahime.” Peguei meu material e me levantei.
“Calma só estou admirando.” Começamos a andar o tumultuo de alunos era grande na escola não consegui avistar mais Sandy acho que ela tinha ido para casa de carro. Conseguimos sair da escola e da minha casa. Ele falou.
“E ai Aiko conseguiu fala com ela?”
“Consegui! Nahime, ela é muito kawaii, ela é veio da capital.”
Eu disse isso para Clayton de tal forma que dava para ver minha animação de longe. Ele prosseguiu.
“Sabe quando você foi falar com ela. Uma garota veio falar comigo, ela apareceu de repente, e se apresentou, seu nome é Amanda, ela se apresentou formalmente eu retribui também me apresentando para ela trocamos algumas informações, e sabe fiquei admirado, ela pegou meu número e disse que depois iria mandar uma mensagem pois agora estava com pressa e depois sumiu.”
“Nossa que estranho isso. Mas ai você não encontrou Priscila Nayane, na hora do lanche?”
“Não.”
Priscila Nayane é uma garota que Clayton conheceu na Internet, não no jogo S.A.O, mas em uma rede social só para otaku AnimeSpirit, ele me disse que, ela mora aqui na cidade e que iria estudar nessa escola esse ano, Clayton tem uma certa queda por ela ser otome, mas, não acho que ele goste tanto assim dela. Só espero que dê tudo certo entre eles. Chegamos em casa me despedi de Clayton.
“Jaane, Nahime-chan.” [Até mais, (Chan, é um termo usado para compor apelidos, também pode ser usado para tratamento íntimo e carinho, reservado para meninas e crianças.)]
“Bye bye, Aiko-bou, kkkkk.” [Nahime achou que Aiko estava lhe tratando como uma criança, então usou o termo “bou” e depois gargalhou. (Bou, é uma abreviação de “bouya”, do japonês, “garotinho”.)]
Também gargalhei e disse.
“Aaar, vá a merda.”
Já tomando o rumo de sua casa, Nahime sorrindo e respondeu.
“A gente se ver amanhã. Entre no jogo hoje, beleza?”
Respondi da porta acenando.
“Está bem.”
Fechei a porta e entrei em casa, minha mãe já estava na cozinha antes de subir as escadas, passei lá.
Minhas mãe de longe me avistou e disse.
“iiiih, chegou o estudante de ensino médio.”
Me dirigi a geladeira. Ela estava sentada perto do balcão e tomando um café. Eu falei.
“O estudante... Agora foi que deu mesmo.”
“Ochent, está emburrado assim por que? Arrumou briga na escola foi?”
“Claro que não.”
“Então?”
“Está tudo bem, só preciso subir agora. E como foi seu trabalha?”
“Foi legal. Obrigado por perguntar. Ei, daqui a pouco desça, por que eu já vou preparar o jantar.”
“Está bem.”
Subi para o meu quarto, estou muito ansioso, esperando pelo amanhã, mais ansioso do que dia de virada de ano. Bom espero vê-la de novo amanhã.
Continua ...
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Capítulo 04 - Como foi o seu primeiro dia de aula?

Notas do autor

Yooh
Mina-san, como foi o seu natal? E ai preparado para o ano novo?
Bom, eu estou muito inspirado nesse natal e fim de ano, estou escrevendo à beça e desenhando também. E em mais um capítulo de Hana No namae, eu escrevi muuuuuito, e acho que esse é o dia mais demorado para se acabar em uma história, tive que dividi-lo de novo. Mas calma antes de reclamarem por mais uma divisão na história, eu vou lhes dar o meu presente de natal (não sou papai Noel mas acho que vou fazer o trabalho dele, kkkkkkkkkk.) E quem desejou ter a continuação dessa história (kkk) hoje mesmo estarei postando a continuação, ou melhor o capítulo 5! Chamado “Admiração”.

Kissus, mina-san se divirta ao ler o capítulo 4. ^-^


Capitulo 04

No capítulo anterior ...
No caminho para a escola Aiko se esbara com uma garota, dentro de um bosque, que acaba mexendo com o seu coração, essa garota era muito misteriosa para Aiko, até ele chegar a escola, Aiko fica muito surpreso, pois a garota misteriosa do bosque, não só vai estudar na mesma escola que ele, como está na sua turma e sentada ao seu lado nesse momento, Aiko até agora não sabe mas ele está apaixonado e vai descobrir isso ao longo do seu primeiro dia de aula.
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“Como foi o seu primeiro dia de aula?”


Meu coração não parava de palpitar, acho que isso só vai passar, quando eu sair daqui. Mas ainda está na primeira aula, e o professor tirava as dúvidas de alguns alunos, todos na classe prestavam atenção no professor, inclusive eu e a garota do bosque ao meu lado, eu olhava para o professor, mas não estava prestando atenção, eu estava olhando de banda, para a garota ao lado, estou admirando seus lindo cabelo ela de repente começa a mexer nele e o amarou de uma forma diferente, poucas vezes vi um cabelo ser amarado dessa forma, um coque um pouco alto demais quase no topo da cabeça, mas sabe, ficou tão perfeito nela. O seu cabelo estando daquela forma, encheu meus olhos, estava tão fofo. Aquela garota fez meu coração palpitar mais ainda, eu suspirei. De repente o sino tocou, o professor se ausentou da classe se despedindo de alguns alunos. Logo um novo professor entrava na classe, juntamente com Nahime, logo que entrou ele me viu e acenou para mim, eu acenei para ele também. O professor olhou alguns papeis e disse.
“Clayton, por favor sente ali.” Ele apontou para uma cadeira ao lado da garota do bosque.
A cadeira de Clayton, estava fazendo dupla com um menino, para o azar dele. Acho que eu dei sorte esse ano.
O professor disse em alto tom.
“Bom classe, meu nome é Hébio, eu vou ser seu professor de Inglês ao longo desse ano. Todos já sabem as normas da escola, né?”
Como em um coral nós respondemos.
“Sim.”
“Certo. Agora eu vou fazer a chamada para ver se todos estão presentes e depois faremos uma prova.”
Uma aluna lá da frente fala.
“Mas professor como assim prova logo no começo do ano, sem nem dar o conteúdo pra gente estudar? Num pode não!~”
“Calma~, Essa prova é só para testar, o quanto vocês aprenderam ao longo da sua vida escolar. Essa prova, é só para medir o grau de estudos de cada um. Não está valendo nada.”
“Hamm, okay.” A aluna se aquietou.
O professor começou a fazer a chamada, essa era minha chance de tirar algumas informações pessoais da garota do bosque, começando pelo seu nome, esperei meu nome, que sempre está em primeiro, nas chamadas de todas as escola que estudei.
“Alisson dos Anjos?”
Levantei minha mão fazendo sinal de “V” e respondi.
“Opa!”
A garota ao meu lado sorriu. E repetiu baixinho.
“Opa.”
Mesmo assim eu ainda a escutei, só espero que ela não se incomode com meu jeito de ser e comece a ter um certo preconceito sobre mim, pois era o que muitos faziam, apenas me jugam por algumas coisas que eu faço. O professor continuou a chamada e alguns nomes me chamaram a atenção.
“Cingrid Sandy.”
A garota ao meu lado levantou a mão e respondeu.
“Presente!”
Então esse era o nome da garota ao meu lado, não é um nome muito comum. Depois ouvi.
“Clayton Araújo.”
Era o de Nahime, que logo respondeu levantando a mão.
“Presente!”
Depois do nome de Clayton outros nomes foram chamados, eu nem prestei atenção, só estava a memorizar o nome da linda garota que estava ao meu lado. Cingrid Sandy.
O professor terminou a chamada. Pegou as provas e disse.
“Pessoal, prestem atenção agora. Eu quero que agora vocês se separem de sua dupla, que eu já vou entregar as provas.”
Como minha carteira é a terceira, contando do quadro para o fim da sala, e eu estou encostado na janela, Sandy se levantou e afastou a carteira. O professor começou a distribuir as provas, fila por fila, com certeza aquela prova seria fácil então eu não estava tão preocupado com ela. Recebi a prova a olhei tinha poucas questões acabei terminando rápido. Clayton também terminou, ele está ao lado de Sandy, ele acenou para mim chamando minha atenção e disse baixinho.
“Estava fácil!”
Eu acenei com a cabeça, dizendo que realmente estava fácil.
Percebi que Sandy também terminou a prova, ela juntou as cinco folhas e voltou para a primeira, mas não parrou de escrever na verdade ela começou a desenhar.
Eu arregalei os olhos, tentando observar o que ela iria desenhar, e para minha surpresa ela desenhou Minho no estilo cute-chibi vestido de sapo.
“Wwooo, sugoooii.” (Incrível) eu sussurrei. Poucas pessoas na cidade sabem o que é, animê e mangá, e os poucos da cidade, não sabem desenhar mangá, eu os conheço pela internet, e por também desenhar no estilo mangá. Realmente estou surpreso por existir uma garota que desenha mangá, assim como eu, e logo a garota que eu estou apaixonado. Suspirei, enquanto olhava ela desenhar. Essa garota realmente é uma pessoa especial, sinto que nós temos alguma ligação, e que eu nunca devo deixa-la, acho que nunca vou encontrar uma garota assim em um lugar como esse, eu estava abismado, surpreso, com certeza fazendo uma cara de bobo, quase babando e muito feliz. De repente ela olha para mim, eu virei o rosto rapidamente, olhando a minha prova e fingindo que estava olhando alguma coisa nela. Em seguida ela continua a desenhar e eu fiquei olhando ela de banda. O sinal tocou. O professor se pós de pé e falou.
“Quem já terminou a prova pode deixa-la aqui em cima do birô e formar uma fila aqui na porta.”
Quase todos os alunos se levantaram, eu peguei minha prova e entreguei junto com Clayton, nós dois nos dirigimos até a porta, onde já começavam a forma uma fila. Sandy ainda estava fazendo alguns rabiscos, mas logo terminou e se juntou a fila, um pouco atrás de mim e Clayton, um aluno que parecia ser do 3º ano apareceu na porta, e deu a autorização ao professor, de que a sala já poderia descer para a cantina. Descemos todos calados em fila, algumas salas também se anexavam a nossa, chegamos na cantina um lanche estava preparado, algumas cozinheiras também já estavam preparadas, esperando as filas para poder nos servi, passamos em fila pegamos o lanche e nos sentamos em grandes bancos e mesas, eu a todo momento observava Sandy enquanto seguia Nahime. Eu falei para Clayton enquanto sentávamos.
“Ai, cara a prova estava fácil, não estava?” disse para ele enquanto mordia um sanduiche.
“Estava muito fácil! Quero só ver quantas questões eu acertei.”
Cheguei mais perto de Clayton e abaixei meu tom de voz para continuar a falar.
“Ai, tem uma otome na nossa sala!” Clayton abriu os olhos e bebeu um pouco de suco, para descer o pedaço de sanduiche que estava um sua boca depois falou.
“É sério? Quem? Onde ela está? Quando você a conheceu?”
“Calma, eu a vi desenhando na prova que fizemos. Ela é uma garota que eu encontrei no bosque, hoje a caminho da escola. O nome dela é Cingrid Sandy e ela senta ao meu lado. Lá na sala.”
“WWWOOOO, SUGOIII. Ela desenha mangá?”
“FALA baixo, cara.”
“Aiko, acho que estou apaixonado?!”
“Ei, ei, ei, pode ir tirando seu cavalinho da chupa, que você já tem uma paixão. E eu já me apaixonei por ela primeiro. Vou falar com ela agora.”
“Ara bicho rápido.”
“Não é isso cara, eu só vou conversa com ela sobre as coisas da escola e tudo mais. Tá ligado!”
“Humm, okay, boa sorte então. Mas onde ela está?”
“Logo, ali.”
Eu apontei para Sandy, que estava sentada a dois bancos de diferença da gente, ela estava sozinha, no canto de um banco e ainda estava lanchando, eu também ainda estava lanchando, levei meu lanche junto comigo e fui falar com ela. Com o coração na mão é claro, mas confiante, sinto que ela é uma pessoa feita especialmente para mim, não posso perde-la a parti de agora eu iria usar todo o meu arsenal Shoújo. Tudo o que eu aprendi com anime, mangás e dorama, eu iria colocar em prática a parti de agora.
Continua ...
Light Novel Profeto


Notas do autor

Rere, arigatoo por chegar aqui no fim ^^, bom se der comenta ai sobre a fic! E eu queria saber de vocês, como foi seu natal? Sabe o meu foi mó legal, eu fui para a igreja e depois fui ficar com a minha família, fizemos uma reunião na casa da tia, acabei ficando mais no computador dela do que com a família, mas tudo bem pelo menos eu marque presença, kkkkkk. Bom agora estou esperando pelas festividades de fim de ano.
Só uma observação minaa~ essa história não foi baseada só em Sandy, mas um uma garota, do 1 ano do ensino médio, que desenhou uma menina no estilo mangá, na prova de avaliação educacional ela se chamava Emanuele. Muito kawaii ela também ^^
Desde já lhes desejo um Feliz ano novo, que Deus te ilumine muito, e que através dos seus esforços, seus sonhos e desejos possam se realizar em 2014.
Kissus, até a próxima. J

Capítulo 03 - O 1º dia “D” aula

Notas do autor

YOO mina-san
Como vocês estão? ^.^
Bom, este aqui é o dia épico o 1º dia “D” aula >.< espero que vocês gostem.
Bom eu fiz um pacto comigo mesmo, de que os textos ficariam sempre entre 1000 e 2000 palavras mas não passariam de 2000. E escrever este capitulo meu deu muita inspiração que não veio só de Yoona, assim eu passei de 2000 palavras e tive que dividi-lo.

Bom sem mais delongas, boa leitura pra você.


Capitulo 03

Light Novel Projeto

“O 1º dia “D” aula”


Nem ao menos preguei o olho, nesta noite eu não estava com insónia, só estava ansioso, a espera de que o amanhã chegasse logo. Olhei no relógio de parede era 6:20 a.m. Acho que dormi por pouco tempo, pensei.
Me lembro de olhar o relógio ontem à noite e ver que era meia noite, e agora acordo ansioso, espero não ficar com sono na escola.
“Ring, Ding, Dong, Ring, Ding, Dong”
Meu celular toca de repente, mas não era o despertador pois eu tinha o ajustado para tocar 6:30 a.m. O peguei por baixo do travesseiro, olhei, era Nahime de novo, ele só deve estar muito ansioso para ver Nayane, para ligar a essa hora.
Atendi o celular.
“Ohayoo, Nahime.” (Bom dia)
“Ohayoo, Aiko Yuto, como você está?” (Bom dia)
“Estou bem, mas sem sono no momento. E você?”
“Estou um pouco triste maninho. Não vou poder ir para a escola com você, pois meu pai não vai poder me deixar na sua casa hoje, ele teve que sair mais cedo para o trabalho.”
“Está bem, mas o que você vai fazer agora?”
“Bom, agora vou pegar um ónibus, que passa aqui perto na avenida, pode ser até que eu chegue atrasado, por que eu não conheço bem a rota dos ónibus aqui, mas fique tranquilo eu vou chegar a tempo.”
“Okay, eu vou estar te esperando, espero poder pegar a mesma sala que você.”
“Também espero maninho. Agora tenho que desligar vou me arrumar e ir logo para o ponto, tenho que pegar o ónibus o quanto antes, bye bye.”
“Jaane, tomodachi, se cuida.” (Até mais, Amigo)
Desliguei o celular e me levantei da cama de uma vez, me senti animado para ir a aula hoje, pois mesmo que eu vá a uma escola nova, em que eu não conheça ninguém, eu sei que Clayton vai estar lá para me apoiar, assim como eu vou apoia-lo em tudo.
Escovei os dentes, tomei banho e me vesti rapidamente, coloquei na mochila, os materiais necessários para o primeiro dia de aula, caderno de desenho, caderno para as matérias, lápis, borracha, canetas, um mangá caso a aula fique chata e a nova edição da revista AnimeDo. Coloco rapidamente a mochila nas costas e desço, o som que vinha da cozinha, só poderia ser minha mãe fritando carne de hambúrguer.
Cheguei na cozinha, estou tão ansioso para ir a aula, logo minha mãe percebeu e falou.
“Bom dia meu filho, chegou correndo assim por que? tudo isso é animação ou vontade de ir ao banheiro? kkkkk”
“Hahaha, essa hora, e a senhora não sabe resistir a mais uma piadinha.”
Nessa hora ela já tinha colocado parte do café da manhã na mesa, biscoito, café e leite. Ela estava trazendo o hambúrguer, quando comecei a me servir, ela ficou me olhando e começou a fazer mais piadinhas.
“Certo, certo. Você já pegou todo o arsenal de batalha?”
“Que arsenal. Já peguei todo o material. Isso sim!”
“Pegou as bombas de efeito moral (Borracha)?”
Mesmo comendo respondi.
“Peguei.”
“Dardos venenosos (Canetas)?”
“Pegueii.”
“Escudo Blindado (Caderno)?”
“Pegueiii.”
“Laminas afiadas (Lápis)?”
“Peeegueii homi.”
“E o afiador das laminas (Apontador)?”
“Pegueiiii, ochii deixe de inventar coisa, or.”
“OK, soldado você estar pronto! Mas falando sério meu filho você pegou o papel higiênico?”
“Mãe não me trate como uma criança, eu já cresci, a senhora sabe muito bem que eu não tenho mais esse problema.”
“Está bem meu amor só estou preocupada.”
Quando eu era criança, eu era muito fraco, até meu intestino, as vezes, eu não aguentava comer os lanches da escola, e logo passava mal, meu intestino era muito fraco. Muitos garotos brincavam com isso e zombavam de mim. Clayton sempre me defendia, pois ele tinha um ano a mais do que todos da classe e muitos o temiam. Mas as vezes, ele mesmo sofria com isso, pois ele perdeu 1 ano de estudo, não por que ele quis, mas seu pai, que estava sempre viajando há negócios. E fez com que Clayton perdesse 1 ano de estudo, muitos zombavam dele, diziam que ele era burro por ter perdido 1 ano, dava pra ver que Clayton ficava triste com isso, mas ele sempre resistia ao choro, e acabava batendo em todos os meninos que brincassem dessa forma, comigo e com ele, por isso eu sempre o admiro muito. Lembro que um dia ele me disse o por que dele resistir tanto, e não chorar na frente de ninguém. Ele me disse assim.
“Aiko, muitos tentarão, mas que suas tentativas sejam frustradas, pois ninguém merece uma lagrima sua. Você nunca deve derramar uma lágrima, para alguém que quer a ver cair, demostre ser forte, e eles, é quem vão chorar perante a sua força.”
Nunca quero me separar dele, que a nossa amizade seja eterna.
Bom, hoje não sou mais fraco, aprendi a ser forte e assim meu corpo também está forte.
Ainda terminando o hambúrguer, perguntei a minha mãe.
“Mãe, a senhora não vai trabalhar hoje não?”
“A coordenadora disse que eu posso ir mais tarde, depois da cerimônia de abertura.”
“Ham. Okay, estão eu já vou!”
“Certo, Tchau meu filho vá com Deus, não fale com estranho.”
“Mas todo mundo lá, pra mim, vão ser pessoas estranhas.” Ela continuou.
“Não ande em ruas escuras.”
“Mas, ainda está dia! tá bom mãe tchau, tchau.” Corri antes que ela continua-se a falar.
Corri até a porta e de lá acenei para ela.
Na rua, o clima está tão agradável, um pouco quente, mas nada que pudesse apagar minha alegria. Assim como eu, alguns alunos também estão a caminho da escola, estou passando por o bosque ecológico, que está lindo como sempre, mas não foi a beleza do bosque que de repente me chamou a atenção, e sim, de longe, avistei uma bela flor amarela, com um leve toque rosado nas suas pétalas, ao qual não pude deixar de me aproximar para admirá-la, mesmo perdendo um pouco de tempo e do caminho para a escola.
Ela se encontrava entre árvores enormes, o qual só passava pequenos raios de luz que refletia na flor. Quando me aproximei e me abaixei rapidamente para tocá-la, algo veio em minha direção de forma surpreendente, uma outra mão, com dedos curtos, fofos e com uma leva área rosada na palma da mão, saia de trás da arvore, em direção a flor, ao mesmo tempo que a minha, de forma sincronizada, esbarramos nossas mãos de leve, o que me fez olhar rapidamente para o rosto de uma menina, que estava sentada atrás da árvore, escondendo um rosto alvo como a neve, atrás de lindos e longos cabelos ruivos, novamente assim como nossas mãos, nossos olhos se encontraram e por instantes fiquei sem ar, como se estivesse resfriado, algo apertou meu coração e me fez recolher a mão, mas não parei de admirar aquela garota que em instantes suas bochechas ficaram coradas, ela abaixou o rosto, pegou sua bolsa de forma atrapalhada, levantou e correu entre as árvores, a qual os raios do sol refletiam em seu cabelo de forma rápida, como a própria luz.
Fiquei ali por uns instantes, sentindo leves fisgadas no coração, que me faziam cócegas na garganta e me deixavam feliz por algum motivo, algo que eu nunca tive, nascia no meu coração, será que era isso ao qual chamavam de paixão?
Despertei desse pequeno sonho acordado, fui rapidamente para a escola. A avistei de longe, ela era bem grande! Antes de começar a cerimônia de abertura, eu fui dar uma volta por dentro da escola, que tinha um auditório, onde vai ocorrer a cerimônia, quadra de futsal, a ala das classes que era um prédio de 2 andares, que se dividia entre, sala das professores, secretária, diretória, banheiros, e as salas de aula que eram 12 classes divididas entre 1º,2º e 3º ano, e logo ao lado a cantina e um longo pátio com mesas enormes. Ouvi alguém testando um microfone, provavelmente a diretora, corri para o auditório em que já iniciava a cerimônia. Fomos chamados um a um, para formarmos filas, cada uma respectiva a sua classe, o nome de Clayton Nahime foi citado para formar a fila juntamente comigo e meus colegas de classe que não pareciam pessoas antipáticas, fiquei muito feliz, mesmo que ele não tenha aparecido, pois, provavelmente ainda está no ónibus, pensei naquela garota, que avistei dentro do bosque, algo me trazia esperanças de que ela estivesse nessa escola, mas no fim da cerimônia não a vi, depois fomos para nossas salas dar início ao ano letivo.
O professor nos dividiu em duplas, pois assim seria nossa sala até o fim do ano, mas minha dupla havia se atrasado, desejei de coração que minha dupla seja Nahime, para que posamos dividir todos os trabalhos da escola. Virei meu rosto, não dando muita atenção ao professor, que explicava algumas normas da escola, parei para admirar a vista da minha sala, que era até composta por parte do bosque ecológico. Alguém aparece no portão, que ainda faltava sete minutos para se fechar, era Clayton que se salvou, por que de acordo com a escola, todos os alunos tem 15 minutos de tolerância para a entrada na escola. Mas acho que agora, ele só vai entrar na segunda aula, não vai dar tempo dele subir aqui, por sorte pegamos a sala 1-A que fica no segundo andar.
De repente, algo me chamou a atenção para dentro da sala, alguém batia na porta, o professor disse com uma cara de decepção.
“Mais um aluno atrasado.”
E logo foi abrir a porta, para minha surpresa, uma linda menina ruiva entrava pela porta e se dirigiu a mesa do professor, juntamente com ele, meu coração palpitou, achei que fosse ter um infarto ou uma parada cardíaca, meu coração dançava no meu peito. O professor olhou alguns papéis e apontou para a carteira ao meu lado, a qual a garota se dirigiu e sentou-se, suspirei, olhando para aquele bela face que olhava atentamente para o professor, suspirei de novo, e virei o rosto novamente para a janela, tentando afastar meus olhos, minha cabeça e meu coração um pouco dela, algo fisgava meu coração repetidamente, uma alegria imensa veio ao meu coração, dei um sorriso de leve e olhei meio de banda para ela, que estava com os dois olhos em cima de mim, na mesma hora eu corei, com aqueles olhos castanhos claros e com um toque de lápis preto ao redor que o destacava de toda sua suave face, ela percebeu que eu estava sorrindo, e também deu um leve sorriso e disse.
“Oi~.”
O que fez meu coração pular e desejar seus lábios, mesmo sentindo que, não era digno de ter tanta beleza ao meu lado. Ela passou a mão na frente dos meus olhos me fazendo acorda e dizer.
“OII!”
Ela começou a rir. E disse.
“Você é engraçado! Espero que possamos ser bons amigos.”
“Também, espero.” Disse sorrindo assim como ela.
Depois dessa pequena conversa, não falamos mais nada um para o outro e só ficamos a prestar atenção no professor.
Continua ...
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Notas do autor

Obrigado por estar lendo este capitulo. #>
Se você gostou espere pela continuação que está muito boa. :3
Não esqueça de comentar e se você fez login no facebook curta a fanfiction, Onegai ishimasu!
Então, até a próxima mina-san.
Arigato gozaimasu, kissus, bye bye.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Capítulo 02 - Amizade

Notas do autor

Yooh mina-san,
Antes de chegar ao dia principal, que é o 1º dia de aula do Aiko, decidi trazer ao capitulo 2, como Aiko e Nahime se conheceram. Para vocês que querem ver Yoona em cena aguardem e se contentem com o Prólogo por enquanto >.<

Bom, só me resta agora lhe desejar uma boa leitura!



Capitulo 02

Light Novel Projeto

“Amizade”


Domingo pela manhã, o sol ainda não batia na minha janela com tanta intensidade, ao ponto de me acorda, mas de repente me acordo com o barulho do chuveiro, é minha mãe, que está se arrumando para ir à igreja. Ontem passei a noite upando no jogo S.A.O com Nahime, agora são seis e quarenta no meu relógio de parede, mesmo assim estou sem sono. Resolvi passar a manhã aqui na cama, pois não tenho mais nada para fazer, a não ser ajudar minha mãe nas tarefas domesticas, o que por algum motivo me faz lembrar de Clayton de como o conheci. Era dia 15 de abril de 2009, eu tinha 11 anos, e já era bem “vida loka” sabe.
Era verão, mas não estava tão quente naquela manhã, naquela manhã de quarta-feira.
Em mais um dia normal de aula, boa parte dos alunos conversavam na sala e o professor Hébio nos ensinava mais sobre a linguagem dos gringos, meu corpo estava ali, mas minha cabeça estava longe, lembrando de mais um andar que passei no jogo Sword Art Online. Lembrei do meu parceiro de guilda Nahime o único que se sacrificou para me ajudar a upar dentro do jogo, bem, não sou o Kirito mas estou me dando bem no jogo. Lembro que, mais uma vez que ele me livrou das garras do Boss, que estava logo atrás de mim. Para o nível de Nahime o boss nem era tão forte, mas para mim, bom ele me mataria com apenas uma “chulipa”, mas Nahime conhece meu avatar melhor do que eu, e sabia que eu não suportaria um ataque dele, logo ele me defendeu mais uma vez, me dando a chance de continuar no jogo.
Depois dessa boa lembrança voltei para a sala de aula, pois de repente ela começou a ficar calma demais, mesmo com professores em classe, eles não ligam para o que o professor falava, o que me deixa frustrado com relação a falta de interesse de boa parte, acham que a vida de estudante é uma brincadeira, lembro que li em um jornal uma frase filosófica, que não lembro bem quem a escreveu mas que falava sim.
“Nossa carreira depende do nosso esforço para continuar a aprender. O tesouro da educação, não estar no diploma ou no que se ensinou na escola, mas sim no que ela nos permite conquistar depois.”
Percebo que alguém estava entrando em classe provocando essa onda de silencio.
“A diretora.”
Um aluno fala para outros que ainda insistiam em conversar.
Ela se pós na frente da turma, perto do quadro, e com um pequeno gesto de bater palmas, chamou a atenção dos alunos, em seguida prosseguiu dizendo:
“Silencio gente, hoje temos um novo aluno para passar esse ano com vocês.”
Logo apontou para um cara que estava conversando com Hébio, de costas para a classe. Ele se virou e apresentou-se:
“Bom dia, meu nome é Clayton Araujo, tenho 12 anos e venho da cidade de João Pessoa.”
De início nem dei bola para aquele cara, eu só queria voltar para o meu mundo e sair do meio dessas pessoas hipócritas, preconceituosas e de mente fechada, pois aquele menino que está aqui na minha frente, deveria ser só mais um deles.
“Bom ele ...”
Quando a diretora pensou em prosseguir foi interrompida pela fala arrogante de Clawbeir o aluno mais “engraçadinho” da turma, dizendo assim:
“Ei ...”
Clayton olhou fixamente para ele e esperou a pergunta.
“Você tem algum apelido?”
Clawbeir ama brincar com o apelido das pessoas, para poder rebaixa-las e tentar mostrar quem estar a cima, quem é o poderoso chefão da sala, tenho muito nojo dele, ele já me apelidou mas não conseguiu tirar nada de mim, na sala eu não falo com ele, por que ele só brinca com as pessoas aqui, lá fora ele é outra pessoa, pois enquanto um palhaço tiver plateia ele vai continuar a brincar e tentar tirar proveito disso, mas eu sei que lá fora Clawbier não tem plateia, por isso ele não faz brincadeiras de mal gosto, mas se ele me chamar de Aikuto de novo eu vou rachar ele ao meio.
Em seguida Clayton com uma pequena pausa respondeu:
Tenho sim, é um nickname que uso em um jogo RPG, eu me chamo Nahime.
Naquela hora parei um pouco e pensei.
Não, pode ser!
Só pode ser coincidência, minha boca secou, senti o leve vento do ventilador passar por dentro de minha camisa.
Durante o jardim de infância e parte do ensino fundamental, todos que eu conhecia se afastavam de mim, por que eu tenho opinião própria e sou decido em tudo que faço, muitos me rejeitam por não seguir a massa, o que todo mundo acha que é certo e não o que é correto. Pessoas preconceituosas, que não sabem que o preconceito é como uma faixa que os cega fazendo com que eles só vejam o que lhes separam e não que lhes une.
Quantas vezes eu não ouvi alguém dizer.
“aa, eu não vou escutar essa banda contigo, por que meus amigos não escutam esse gênero musical.”
Quantas vezes vi pessoas que só gostam de algo por que é moda. Mas eu sabia que ali na frente, estava alguém que pensar como eu, e expõe as mesmas opiniões, que fora ou dentro do jogo, eu sei que ele me entende e eu entendo ele, naquele momento olhei fixamente para Clayton Araújo, decidi falar com ele e começar mais um X1 de jogadores Noobs.
Ouso mais um barulho lá embaixo, mas dessa vez não era o chuveiro e sim a porta que batia, depois que minha mãe entrou, ela me chamou:
“Alisson?”
“Oi, mãe?” respondi me sentando na cama.
“Você está em casa?”
“Não, estou não. kk” Respondi baixinho com medo dela escutar.
Joguei minhas costas sobre a cama, agora com os braços aberto e olhando para o teto. Fiquei alguns minutos tentando imaginar como vai ser a minha nova escola, pois amanhã começam as aulas.

Light Novel Projeto



Notas do Autor


ºvº arigatoo mina,
Obrigado por chegar aqui no fim, >.< espero que você tenho gostado apesar de que esse ficou muito pequeno o capitulo.
Bom se você gostou comenta aqui mais abaixo, e se possível não esqueça de fazer um breve comentário sobre a ilustração da fanfic que eu gostei muito me lembra muito o Amano Yukitero do anime Mirai Nikki ^^ ... aguarde pelo episódio épico dessa jornada o dia de Aiko ir à escola.

Kissus, bye bye  

Capítulo 01 - Lembranças e Entusiasmo

Notas do autor


Yooh mina-san,
Obrigado por estar lendo o 1ºcapitulo deste humilde light novel, depois de revisar e revisar consegui dar uma melhorada nele espero que vocês gostem ^ ^ 
quem editou este capitulo foi a própria Yoona estou feliz em poder lança-lo.
Desculpe a demora,
Obrigado e boa leitura.


Capitulo 01

Light Novel Projeto

“Lembranças e entusiasmo”


Meu celular tocou.
“Ring Ding Dong, Ring Ding Dong Ring”
Coloquei minha mão por baixo do travesseiro para pegar o celular, pois era sempre ali que eu o colocava antes de dormi. O quarto estava um pouco escuro ao abrir meu celular sua luz me ofuscou por alguns segundos, mas logo notei o número que me ligava era Clayton Nahime. Olhei a hora e murmurei “8 horas da madrugada, o que ele quer a essa hora?” Atendi tentando disfarça minha voz rouca;
“Yooh, Nahime, o que ouve?”
Clayton exclamou, de forma espontânea e alegre.
“O que ouve? cara você sabe que dia é hoje?”
“Bom é ... dia da independência? Sei lá!”
“Não cara, hoje é quarta o dia em que faltam 5 dias para começar nossas aulas.”
Levanto e me sento na cama enquanto falo;
“A é mesmo as aulas, sabe não estou nenhum pouco ansioso com isso!”
“Cara, ano novo, escola nova, o que poderia estar me desanimando agora?
“A sei lá! Eu só não quero ir para uma escola cheia de zumbis, sabe”
Levantei e fui abrir a cortina da janela, enquanto ouvia Nahime dizer.
“Cara, acredite aquela escola é diferente, principalmente por que Nayane, estará lá no mesmo ano que nós, cara.”
Falei de forma espontânea, enquanto sentava na cadeira que estava em frente à mesa do PC.
“Aaah, então esse é o motivo maior da sua ansiedade! Bom fique tranquilo que esse ano vou lhe ajudar.”
“Arigatooh, Aiko. Conto com você ... bom mudando um pouco de assunto, hoje nós vamos fazer mais uma batalha épica de guildas no jogo S.A.O, entra lá cara, vou te passar um item novo pra você, bom vamos começar de 10 horas. OK.”
“Okay, Okay, já que você me acordou vou entrar sim. Agora vou arrumar umas coisas aqui, antes de entrar eu ligo para você.”
“OK, até mais tarde, então”
“Bye, bye”
Desliguei o celular me espreguiçando e automaticamente me levantei, me dirigi a janela do primeiro andar da minha casa, e avistei a minha nova escola, que fica em uma cidade não tão desenvolvida, no coração do nordeste brasileiro, as vezes imagino o que vou encontrar ali, novos amigos, professores rígidos, patricinhas, pessoas de mente fechada e preconceituosas. Que ao ver meu estilo de vida otaku ou meu cabelo Scene Hair, logo percebo seus olhares preconceituosos.
Ouço uma voz me chamando era minha mãe que a essa hora estava de pé pois iria fazer alguns preparativos no seu trabalho. Ela disse em um tom não tão auto:
“Alisson, desce aqui preciso de sua ajuda!”
Tirei minha roupa de dormir e vesti uma roupa adequada, logo desci as escadas que davam acesso ao corredor, minha mãe estava na cozinha já com sua farda de professora, ela ensina a uma classe de 34 alunos do jardim de infância, mas hoje só iria a uma reunião. A pouco tempo ela se separou do meu pai, mas nossa família tem se fortalecido muito ultimamente.
“Bom dia, mãe” falei um pouco auto demais.
“Bom dia, Urso Panda você hibernou por quanto tempo? KKK”
“Hahaha, eu fui dormir cedo ontem. Nada demais... Fale, em quê a senhora precisa da minha ajuda?”
Exclamei fazendo uma cara, de quem não estava nem ai para suas piadinha.
“Vá jogar o lixo fora para mim por favor!?”
“Okay, okay”
Me dirigi a porta da cozinha e ao muro, recolhi o lixo, que já estava em sacolas plásticas, mas vi algo que me chamou a atenção.
“Mãe, o que meu skate faz no lixo?” Falei quase gritando.
“Você nunca mais andou nele, então decidi jogá-lo fora antes de que ele começasse a juntar bicho.”
“Mas não é para jogar no lixo. Vou dar uma volta nele agora mesmo.”
Dei a volta na casa e coloquei o lixo na lata de coleta e desci a rua no skate, que me trouxe algumas lembranças, quando eu e Clayton andávamos por aqui há dois anos atrás, quando eu era mais “Vida loka”, a caminho da escola. Desci mais dois quarteirões sem perceber e logo avistei o bosque ecológico que é composto por um playground uma pista de cooper ao redor do bosque, que é bem preservado, no centro tem uma nascente que desagua em uma barragem, o bosque fica a caminho da minha escola, sempre venho aqui quando quero conversar comigo mesmo e colocar minha mente em ordem. Lembro que sempre que eu saia da escola, do ensino fundamental, eu, Nahime e vários amigos vinhamos brincar aqui, mas hoje só Nahime continua sendo um grande amigo meu, mesmo com a distância e a falta de tempo, nunca nos separamos.
Dei a volta na pista de cooper, já estou muito cansado porque nunca mais eu tinha andado de skate me deitei na grama do bosque perto de algumas árvores, estava um pouco ofegante quando escutei alguns galhos sendo quebrados dentro do bosque olhei rapidamente para trás mas não vi nada pensei que fosse uma coruja ou qualquer outra espécie de ave, mas rapidamente escutei outro barulho a minha direita avistei uma sombra rápida correndo entre algumas árvores um longo cabelo ruivo que brilhava ao ser tocado com os leves raios de sol da manhã e saindo para a pista de cooper, não reconheci quem era, mas vi que era uma menina mais ou menos da minha altura, branquinha como neve, que deveria ser muito linda porque aqui não é comum existir pessoas ruivas na cidade. Fiquei pensando o que uma pessoa que parecia ser frágil também parecia estar brincando no bosque.
Descansei mais um pouco, olhei a hora e já era oito e meia. Decidi voltar para casa a pé, mas antes parar em uma revistaria, que minha mãe abriu uma conta aqui para receber jornais, ela que fica na esquina da minha casa, parei e comprei o novo volume de um mangá shoujo chamado Sukkitte li na yo, que amo muito, retomei o caminho para casa e olhei rapidamente algumas páginas do mangá.
 Chegando em casa, minha mãe já estava entrando no carro e de saída para o trabalho.
“Alisson, já estou de saída, deixei o café na mesa, eu não sei a hora que vou voltar, mas prepare o almoço ao meio dia.”
“Está bem mãe, até mais” falei ainda um pouco ofegante da estrada.
Entrei rapidamente em casa coloquei meu café em uma bandeja e o levei para o quarto, coloquei ele em cima da mesa do PC e me sentei liguei o PC e comecei a assistir o dorama que estou seguindo essa semana, Otomen, ao terminar o café coloquei a bandeja um pouco do lado era nove e vinte decidi ler um pouco antes de ligar para Nahime, lembrando do mangá que criei ano passado que não teve muito sucesso, mas que esse ano pretendo tentar novamente por que amo desenhar, mas estou tentando me inspirar em algo ou alguém, mas com essa vida pacifica não tenho animo para nada. Já era nove e quarenta quando decidi ligar para Nahime, o cara que sempre esteve ao meu lado, nos bons e maus momentos me protegendo no jardim de infância e me aconselhando no ensino fundamental. Espero ainda passar muitos anos ao lado dele porque amigos assim não se encontra em qualquer lugar.

Light Novel Projeto



Notas do Autor

*0* obrigado por chegar ao fim deste capitulo >.<

Estou feliz em poder estar lançado ele hoje mesmo que eu esteja sem internet, semana que vem estarei lançando aqui, e na minha página do facebook (diário de um mangaká) o 2ºcapitulo.
Não deixe de comentar o capitulo, suas palavras para este humilde blog, são como ar para meus pulmões.
Bom é isso ae mina-san(pessoal),
Kissus, jaa ne. (Beijos, Até a próxima).

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Capítulo 00 - Prólogo





Capitulo 00

Light Novel Projeto

Prólogo


Ano hi mita hana no namae bokutachiwa mada shiranai”
(Nós ainda não sabemos o nome da for que vimos naquele dia)
Hana no namae”

(Ainda não sabemos)


(O que é prólogo? Prólogo é um texto ou uma advertência, geralmente breve que antecede uma obra escrita e que tem por objetivo apresentá-la ao leitor. Do grego “prólogos” que significa "escrito preliminar".)

Olhando pela vista da janela da minha sala, vejo o portão da escola ligado a rua que tantas vezes eu passei sozinho, é outono e o céu está claro.
Olho para dentro da minha sala, vejo ao meu lado aquela à qual eu escolhi para estar ao meu lado nos bons e maus momentos, a pessoa que a escolhi para ser minha noiva, ela se chama Cingrid ou melhor Yoona, olho para seus longos cabelos ruivos, para sua perfeita franja que dá um toque de suavidade, contrastando perfeitamente com sua pela, branca como lã pura. Yoona está fazendo dupla comigo e concluindo mais um trabalho de inglês, ao qual não dei tanta importância, pois tirei alguns minutos para olhar o belo sol, que brilhava através da minha janela acima das montanhas.
Acabei dormindo acordado e me recordando do dia em que a vi pela primeira vez, foi tão repentino mas me recordo muito bem, por que, naquele momento, por alguns segundos, fui invadido por uma avalanche de sentimentos ao qual meu coração desconhecia.
Era um dia normal como qualquer outro, mas com certeza era um dia especial para mim, naquela manhã eu estaria dando início ao primeiro ano do ensino médio em uma nova escola, estava um pouco quente mas nada que pudesse apagar a alegria que eu sentia. Assim como eu, alguns alunos estavam a caminho da escola, eu estava passando pelo bosque ecológico perto da minha casa, um lugar bem preservado com grandes e lindas árvores, e com uma nascente no centro que desaguava em uma barragem, mas naquele dia não foi essa visão que me chamou a atenção, e sim de longe avistei uma bela flor amarela, com um leve toque rosado nas suas pétalas, ao qual não pude deixar de me aproximar para admirá-la, mesmo perdendo um pouco de tempo e do caminho para a escola.
Ela se encontrava entre árvores enormes o qual só passava pequenos raios de luz que refletia na flor. Quando me aproximei rapidamente e me abaixei para tocá-la, pois estava um pouco com pressa, mas de forma surpreendente uma outra mão com dedos curtos, fofos e com uma leva área rosada na palma das mãos, saia de trás de uma arvore em direção a flor ao mesmo tempo que a minha, de forma sincronizada esbarramos nossas mãos de leve o que me fez olhar rapidamente para o rosto de uma menina que estava sentada atrás de uma árvore, escondendo um rosto alvo como a neve atrás de lindos e longos cabelos ruivos, novamente assim como nossas mãos nossos olhos se encontraram e por instantes fiquei sem ar como se estivesse resfriado, algo apertou meu coração e me fez recolher a mão, mas não parei de admirar aquela garota que em instantes suas bochechas ficaram coradas, ela abaixou o rosto pegou sua bolsa de forma atrapalhada levantou e correu entre as árvores o qual os raios do sol refletiam em seu cabelo de forma rápida como a própria luz.
Fiquei ali por uns instantes sentindo leves fisgadas no coração, o qual me faziam cócegas na garganta e me deixavam feliz por algum motivo algo que eu nunca tive, nascia no meu coração será que era isso ao qual chamavam de paixão?
Despertei desse pequeno sonho acordado fui rapidamente para a escola ao qual já iniciava a cerimônia, fomos chamados um a um para nossas salas, mesmo nesse momento nostálgico ainda pensava naquela garota, que avistei dentro de um bosque, eu ainda tinha esperanças de que ela estivesse naquele meio, pois com certeza ela se destacaria entre as garotas, mas no fim da cerimônia não a vi, fomos para nossas salas dar início ao ano letivo.
O professor nos dividiu em duplas pois assim seria nossa sala até o fim do ano, mas minha dupla havia se atrasado, fiquei um pouco ansioso em conhecer quem iria compartilhar comigo os trabalhos da escola, mas virei meu rosto não dando muita atenção ao professor que explicava algumas normas da escola, parei para admirar a vista da minha sala ao qual era até composta por parte do bosque ecológico.
De repente algo me chamou a atenção para a porta da sala alguém batia na porta, o professor disse com uma cara de decepção: “mais um aluno atrasado”. E logo foi abrir a porta e para minha surpresa uma linda menina ruiva entrava pela porta e se dirigiu a mesa do professor juntamente com ele, meu coração palpitou achei que fosse ter um infarto ou uma parada cardíaca, meu coração dançava no meu peito. O professor olhou alguns papéis e apontou para a carteira ao meu lado, a qual a garota se dirigiu e sentou-se, suspirei, olhando para aquele bela face que olhava atentamente para o professor, suspirei de novo, e virei o rosto para a janela de novo tentando afastar meus olhos, minha cabeça e meu coração um pouco dela, algo fisgava meu coração repetidamente, uma alegria imensa veio ao meu coração, dei um sorriso de leve e olhei meio de banda para ela, que estava com os dois olhos em cima de mim, na mesma hora eu corei, com olhos castanhos claros e com um toque de lápis preto ao redor que o destacava de toda sua suave face, ela percebeu que eu estava sorrindo, e também deu um leve sorriso e disse:
Oi.”
O que fez meu coração pular e desejar seus lábios, mesmo sentindo que não era digno de ter tanta beleza ao meu lado...
Com uma leve cutucada de Yoona eu volto para a sala de aula, que agora está silenciosa, pois a aula de inglês havia acabado, suspirei, olho para ela com o mesmo sentimento que tinha quando a vi naquele bosque, só que agora menos eufórico. Ela está olhando o celular talvez procurando alguma música do seu grupo de k-pop favorito o SHINee, pois ela estava com os fones de ouvido, mas nem prestei tanto atenção nisso, tirei seus cabelos de cima do seu ombro e repousei minha cabeça sobre ele, sentindo o leve cheiro adocicado dos seus cabelos ruivos, me fazendo voltar ao sonho da qual nunca queria ter saído, lembrando daquela linda flor, que hoje não se encontra mais no bosque e que deixou muitas lembranças boas, só que até hoje nós ainda não sabemos o nome da flor que vimos naquele dia.

24 de novembro de 2013, Alisson Dos Anjo Gomes

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