Notas do autor
Yooh, Mina-san.
Como prometido do papai Noel, kkkk, tá aqui o capitulo 5.
>.<
Bom em relação as capas, eu fiz uns desenhos bem básicos,
por causa da minha preguiça e das visitas que tive que fazer a alguns
familiares. Mas espero que vocês tenham gostado. Esse capítulo também não é
100% inspirado em Sandy mas em Emanuela a primeira Otome que conheci na minha
nova Escola. Eu fiz exatamente assim kk foi muito bom aquele tempo. xD
Agora divirta-se lendo este capitulo.
Capitulo 05
No capítulo anterior ...
O primeiro dia de aula de Aiko já se
iniciava, ele já tinha conseguido pegar algumas informações da garota do
bosque, como o seu nome, Cingrid Sandy, agora ele está a caminho de mais uma
batalha, que não será travada com armas, mas sim com palavras. Aiko está
decidido, pois mais do que nunca está apaixonado por essa linda garota ruiva, e
agora ele está se dirigindo a ela. Ainda era de manhã, estava um pouco frio,
mas o coração de Aiko já estava bem aquecido.
Light Novel Projeto
"Admiração"
Quando cheguei perto dela, parecia que
ela estava concentrada demais no lanche. Seu cabelo estava souto agora, me
segurei um pouco para não “babar” perto dela. Fiquei um pouco receoso para
falar com ela. Mas agora eu mais a admiro, por desenhar mangá, do que estou
apaixonado por ela. Então estou decidido em falar com ela, me aproximei mais e
balancei a mão na frente dos seus olhos, falando.
“OI~” ela deu um pulinho do banco, ela se
assustou. Quase que eu falo, kawai desu (você é muito fofa). Falei enquanto me
sentava no banco afrente dela.
“Nossa você se assustou, me desculpe.”
Fiquei com muito medo ainda, por que
dizem que, a primeira impressão é o que vale. Espero que ela não ache que eu
sou um retardado. Ela nem olhou pra mim antes de prosseguir dizendo.
“Não foi nada, está tudo bem.”
Ela continuou a comer, eu dei mais uma
mordida do sanduiche e perguntei.
“Você desenha a quanto tempo?” ela
engoliu um pedaço do sanduiche que estava em sua boca e olhou pra mim, com seus
olhos castanho claro bem abertos, perguntando.
“Como você sabe que eu desenho?”
“Bom, é que, eu vi você desenhando na sua
prova.” Nesse momentos nossos olhos se encontraram, ela rapidamente abaixou a
cabeça e disse baixinho.
“Aaaa, é mesmo.”
Ela voltou a comer, parecia que ela não
queria papo comigo, mas eu sou muito persistente, pois sou meio infantil em
nunca querer perder, e assim acabo persistindo.
“De onde você é?”
“Eu sou da capital.”
“Woo, legall. Dizem que lá tem muito
evento de animê e mangá, sabe eu também desenho.”
“SÉRIO, você desenha?” Ela apontou para
mim, ainda com o copo na mão, quase derramando o suco que estava dentro, em
cima de mim. Ela estava de boca aperta, abaixou sua mão e falou.
“Achei que nunca fosse encontrar um otaku
por aqui.” Que fofa sua expressão agora, seus olhos estavam bem abertos, em
cima de mim, e ela estava com um sorriso no canto da boca.
“Bom até agora eu só conheço alguns na
internet e meu amigo Clayton.” Eu apontei para Clayton que estava conversando
com uma garota. Sandy olhou e disse.
“Aaa, o garoto que tá na nossa sala.”
“É ele mesmo. Ele também é otaku e gamer,
também.”
“Hum.”
Estendi minha mão dizendo.
“Meu nome é Alisson e o seu?”
“Cingrid Sandy.” Ela apertou minha mão.
Nossa, a mão dela é tão fofa e pequena,
da vontade de morder. Dedos curtos e sua palma da mão tão carnuda e rosada,
espero um dia poder morde-la, sabe eu sou um pouco obcecado por mordidas, amo
morder coisas fofas como bochechas, lábios e mãos.
Essa garota com certeza tem algo especial
pois é diferente de todas as garotas que eu conheci e fiquei. Eu realmente
estava muito feliz em estar conhecendo uma otome. Eu nunca vi uma otome, apesar
de que elas são garotas normais, como qualquer outra pessoa, mas na frente de
Sandy eu estava agindo como um bobo por conhece-la, na verdade eu estava muito
feliz.
De repente o assunto acabou, eu sinto que
tenho tantas coisas para falar com ela, mas tenho que ir devagar, pois um dia
eu vou conseguir conquista-la, como um protagonista de animê shoujo, se ela não
se apaixonar por mim agora, eu tenho que faze-la se apaixonar por mim depois
que ela me conhecer realmente, eu vou conquistar sua admiração, pelo o que eu
sou. Fiquei observando ela comer, observando o quanto ela é fofa. Nós acabamos
de comer, Sandy de repente se levantou e disse.
“A gente se ver na sala.”
“Okay.” Respondi rapidamente enquanto
olhava ela se afastar.
Voltei a olhar para Clayton, que já se
dirigia para onde eu estava, agora sem nenhuma garota por perto dele. O Sinal
tocou antes mesmo dele sentar ao meu lado, ele disse.
“Vamos para a sala.”
“Okay.” Respondi.
Subimos de volta para nossas salas,
chegando lá não encontrei Sandy, apenas alguns alunos que já estavam dentro da
sala. Sentei na minha carteira Clayton foi para a carteira dele. Ele pegou um
mangá e começou a ler me ignorando totalmente, também não liguei, peguei um
mangá e comecei a ler. Sandy acabou de entrar na sala mas não percebi, de
repente ela falou comigo.
“Oi.” Ela se sentou.
“Opa.” Me assustei um pouco. Pensei em
puxar um papo, mas de repente o volume de alunos que entrava na sala aumentou,
e em seguida o professor apareceu. Desse momento nós não nos falamos mais. Só
ficamos escrevendo algumas anotações, como o nome dos professores que entraram
nas três últimas aulas da manhã.
Estávamos na última aula da manhã, quando
o professor falou.
“Gente vocês só terão aula hoje até meio
dia Só a partir da semana que vem vocês terão aula integral, mas essa semana
vocês só terão aula pela manhã. Agora vocês tem dez minutos para arrumarem seus
materiais, esperem o sino e depois podem ir.”
O professor se retirou da sala e todos
nós ficamos na sala esperando o sino, Clayton veio a frente da minha branca e
disse.
“Aiko, meu pai não vem me pegar hoje,
vamos para casa juntos?”
“Okay.” Disse sorrindo para Clayton.
O sino tocou Sandy se levantou
rapidamente falando.
“Tchau, meninos. Até manhã.”
Eu e Clayton respondemos.
“Até.”
Clayton continuou.
“Ai, ai, que kawaii.” (Fofa)
“Ei, ei tira o olho Nahime.” Peguei meu
material e me levantei.
“Calma só estou admirando.” Começamos a
andar o tumultuo de alunos era grande na escola não consegui avistar mais Sandy
acho que ela tinha ido para casa de carro. Conseguimos sair da escola e da
minha casa. Ele falou.
“E ai Aiko conseguiu fala com ela?”
“Consegui! Nahime, ela é muito kawaii,
ela é veio da capital.”
Eu disse isso para Clayton de tal forma
que dava para ver minha animação de longe. Ele prosseguiu.
“Sabe quando você foi falar com ela. Uma
garota veio falar comigo, ela apareceu de repente, e se apresentou, seu nome é
Amanda, ela se apresentou formalmente eu retribui também me apresentando para
ela trocamos algumas informações, e sabe fiquei admirado, ela pegou meu número
e disse que depois iria mandar uma mensagem pois agora estava com pressa e
depois sumiu.”
“Nossa que estranho isso. Mas ai você não
encontrou Priscila Nayane, na hora do lanche?”
“Não.”
Priscila Nayane é uma garota que Clayton
conheceu na Internet, não no jogo S.A.O, mas em uma rede social só para otaku
AnimeSpirit, ele me disse que, ela mora aqui na cidade e que iria estudar nessa
escola esse ano, Clayton tem uma certa queda por ela ser otome, mas, não acho
que ele goste tanto assim dela. Só espero que dê tudo certo entre eles.
Chegamos em casa me despedi de Clayton.
“Jaane, Nahime-chan.” [Até mais, (Chan, é um termo usado para compor apelidos, também pode
ser usado para tratamento íntimo e carinho, reservado para meninas e
crianças.)]
“Bye bye, Aiko-bou, kkkkk.” [Nahime achou que Aiko estava
lhe tratando como uma criança, então usou o termo “bou” e depois gargalhou.
(Bou, é uma abreviação de “bouya”, do japonês, “garotinho”.)]
Também gargalhei e disse.
“Aaar, vá a merda.”
Já tomando o rumo de sua casa, Nahime sorrindo e respondeu.
“A gente se ver amanhã. Entre no jogo hoje, beleza?”
Respondi da porta acenando.
“Está bem.”
Fechei a porta e entrei em casa, minha mãe já estava na
cozinha antes de subir as escadas, passei lá.
Minhas mãe de longe me avistou e disse.
“iiiih, chegou o estudante de ensino médio.”
Me dirigi a geladeira. Ela estava sentada perto do balcão e
tomando um café. Eu falei.
“O estudante... Agora foi que deu mesmo.”
“Ochent, está emburrado assim por que? Arrumou briga na
escola foi?”
“Claro que não.”
“Então?”
“Está tudo bem, só preciso subir agora. E como foi seu
trabalha?”
“Foi legal. Obrigado por perguntar. Ei, daqui a pouco desça,
por que eu já vou preparar o jantar.”
“Está bem.”
Subi para o meu quarto, estou muito ansioso, esperando pelo
amanhã, mais ansioso do que dia de virada de ano. Bom espero vê-la de novo
amanhã.
Continua ...
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