SINOPSE HANA NO NAMAE (AINDA NÃO SABEMOS)

Alisson dos anjos é um garoto normal que ama mangás shoujo (gibi japonês de romances) e conhece o coração das meninas como ninguém, mas ele nunca pensou em conquistar alguém, por que não há pessoas na sua escola que o interessa. Ele leva uma vida bem pacifica ao lado do seu melhor amigo Clayton Araújo.

Mas no início do primeiro ano do ensino médio, sua vida pacifica irá se transforma.

É outono, quando ele conhece a nova aluna de sua classe, que o deixa completamente apaixonado, mas na verdade ele não sabe o que é paixão, sempre leu shoujos, mas nunca sentiu o amor no seu coração, o que o deixa maluco ao vivenciar esse romance, mas com passar do tempo, ele aprende o que é amor e como amar sem machucar o próximo.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Capítulo 03 - O 1º dia “D” aula

Notas do autor

YOO mina-san
Como vocês estão? ^.^
Bom, este aqui é o dia épico o 1º dia “D” aula >.< espero que vocês gostem.
Bom eu fiz um pacto comigo mesmo, de que os textos ficariam sempre entre 1000 e 2000 palavras mas não passariam de 2000. E escrever este capitulo meu deu muita inspiração que não veio só de Yoona, assim eu passei de 2000 palavras e tive que dividi-lo.

Bom sem mais delongas, boa leitura pra você.


Capitulo 03

Light Novel Projeto

“O 1º dia “D” aula”


Nem ao menos preguei o olho, nesta noite eu não estava com insónia, só estava ansioso, a espera de que o amanhã chegasse logo. Olhei no relógio de parede era 6:20 a.m. Acho que dormi por pouco tempo, pensei.
Me lembro de olhar o relógio ontem à noite e ver que era meia noite, e agora acordo ansioso, espero não ficar com sono na escola.
“Ring, Ding, Dong, Ring, Ding, Dong”
Meu celular toca de repente, mas não era o despertador pois eu tinha o ajustado para tocar 6:30 a.m. O peguei por baixo do travesseiro, olhei, era Nahime de novo, ele só deve estar muito ansioso para ver Nayane, para ligar a essa hora.
Atendi o celular.
“Ohayoo, Nahime.” (Bom dia)
“Ohayoo, Aiko Yuto, como você está?” (Bom dia)
“Estou bem, mas sem sono no momento. E você?”
“Estou um pouco triste maninho. Não vou poder ir para a escola com você, pois meu pai não vai poder me deixar na sua casa hoje, ele teve que sair mais cedo para o trabalho.”
“Está bem, mas o que você vai fazer agora?”
“Bom, agora vou pegar um ónibus, que passa aqui perto na avenida, pode ser até que eu chegue atrasado, por que eu não conheço bem a rota dos ónibus aqui, mas fique tranquilo eu vou chegar a tempo.”
“Okay, eu vou estar te esperando, espero poder pegar a mesma sala que você.”
“Também espero maninho. Agora tenho que desligar vou me arrumar e ir logo para o ponto, tenho que pegar o ónibus o quanto antes, bye bye.”
“Jaane, tomodachi, se cuida.” (Até mais, Amigo)
Desliguei o celular e me levantei da cama de uma vez, me senti animado para ir a aula hoje, pois mesmo que eu vá a uma escola nova, em que eu não conheça ninguém, eu sei que Clayton vai estar lá para me apoiar, assim como eu vou apoia-lo em tudo.
Escovei os dentes, tomei banho e me vesti rapidamente, coloquei na mochila, os materiais necessários para o primeiro dia de aula, caderno de desenho, caderno para as matérias, lápis, borracha, canetas, um mangá caso a aula fique chata e a nova edição da revista AnimeDo. Coloco rapidamente a mochila nas costas e desço, o som que vinha da cozinha, só poderia ser minha mãe fritando carne de hambúrguer.
Cheguei na cozinha, estou tão ansioso para ir a aula, logo minha mãe percebeu e falou.
“Bom dia meu filho, chegou correndo assim por que? tudo isso é animação ou vontade de ir ao banheiro? kkkkk”
“Hahaha, essa hora, e a senhora não sabe resistir a mais uma piadinha.”
Nessa hora ela já tinha colocado parte do café da manhã na mesa, biscoito, café e leite. Ela estava trazendo o hambúrguer, quando comecei a me servir, ela ficou me olhando e começou a fazer mais piadinhas.
“Certo, certo. Você já pegou todo o arsenal de batalha?”
“Que arsenal. Já peguei todo o material. Isso sim!”
“Pegou as bombas de efeito moral (Borracha)?”
Mesmo comendo respondi.
“Peguei.”
“Dardos venenosos (Canetas)?”
“Pegueii.”
“Escudo Blindado (Caderno)?”
“Pegueiii.”
“Laminas afiadas (Lápis)?”
“Peeegueii homi.”
“E o afiador das laminas (Apontador)?”
“Pegueiiii, ochii deixe de inventar coisa, or.”
“OK, soldado você estar pronto! Mas falando sério meu filho você pegou o papel higiênico?”
“Mãe não me trate como uma criança, eu já cresci, a senhora sabe muito bem que eu não tenho mais esse problema.”
“Está bem meu amor só estou preocupada.”
Quando eu era criança, eu era muito fraco, até meu intestino, as vezes, eu não aguentava comer os lanches da escola, e logo passava mal, meu intestino era muito fraco. Muitos garotos brincavam com isso e zombavam de mim. Clayton sempre me defendia, pois ele tinha um ano a mais do que todos da classe e muitos o temiam. Mas as vezes, ele mesmo sofria com isso, pois ele perdeu 1 ano de estudo, não por que ele quis, mas seu pai, que estava sempre viajando há negócios. E fez com que Clayton perdesse 1 ano de estudo, muitos zombavam dele, diziam que ele era burro por ter perdido 1 ano, dava pra ver que Clayton ficava triste com isso, mas ele sempre resistia ao choro, e acabava batendo em todos os meninos que brincassem dessa forma, comigo e com ele, por isso eu sempre o admiro muito. Lembro que um dia ele me disse o por que dele resistir tanto, e não chorar na frente de ninguém. Ele me disse assim.
“Aiko, muitos tentarão, mas que suas tentativas sejam frustradas, pois ninguém merece uma lagrima sua. Você nunca deve derramar uma lágrima, para alguém que quer a ver cair, demostre ser forte, e eles, é quem vão chorar perante a sua força.”
Nunca quero me separar dele, que a nossa amizade seja eterna.
Bom, hoje não sou mais fraco, aprendi a ser forte e assim meu corpo também está forte.
Ainda terminando o hambúrguer, perguntei a minha mãe.
“Mãe, a senhora não vai trabalhar hoje não?”
“A coordenadora disse que eu posso ir mais tarde, depois da cerimônia de abertura.”
“Ham. Okay, estão eu já vou!”
“Certo, Tchau meu filho vá com Deus, não fale com estranho.”
“Mas todo mundo lá, pra mim, vão ser pessoas estranhas.” Ela continuou.
“Não ande em ruas escuras.”
“Mas, ainda está dia! tá bom mãe tchau, tchau.” Corri antes que ela continua-se a falar.
Corri até a porta e de lá acenei para ela.
Na rua, o clima está tão agradável, um pouco quente, mas nada que pudesse apagar minha alegria. Assim como eu, alguns alunos também estão a caminho da escola, estou passando por o bosque ecológico, que está lindo como sempre, mas não foi a beleza do bosque que de repente me chamou a atenção, e sim, de longe, avistei uma bela flor amarela, com um leve toque rosado nas suas pétalas, ao qual não pude deixar de me aproximar para admirá-la, mesmo perdendo um pouco de tempo e do caminho para a escola.
Ela se encontrava entre árvores enormes, o qual só passava pequenos raios de luz que refletia na flor. Quando me aproximei e me abaixei rapidamente para tocá-la, algo veio em minha direção de forma surpreendente, uma outra mão, com dedos curtos, fofos e com uma leva área rosada na palma da mão, saia de trás da arvore, em direção a flor, ao mesmo tempo que a minha, de forma sincronizada, esbarramos nossas mãos de leve, o que me fez olhar rapidamente para o rosto de uma menina, que estava sentada atrás da árvore, escondendo um rosto alvo como a neve, atrás de lindos e longos cabelos ruivos, novamente assim como nossas mãos, nossos olhos se encontraram e por instantes fiquei sem ar, como se estivesse resfriado, algo apertou meu coração e me fez recolher a mão, mas não parei de admirar aquela garota que em instantes suas bochechas ficaram coradas, ela abaixou o rosto, pegou sua bolsa de forma atrapalhada, levantou e correu entre as árvores, a qual os raios do sol refletiam em seu cabelo de forma rápida, como a própria luz.
Fiquei ali por uns instantes, sentindo leves fisgadas no coração, que me faziam cócegas na garganta e me deixavam feliz por algum motivo, algo que eu nunca tive, nascia no meu coração, será que era isso ao qual chamavam de paixão?
Despertei desse pequeno sonho acordado, fui rapidamente para a escola. A avistei de longe, ela era bem grande! Antes de começar a cerimônia de abertura, eu fui dar uma volta por dentro da escola, que tinha um auditório, onde vai ocorrer a cerimônia, quadra de futsal, a ala das classes que era um prédio de 2 andares, que se dividia entre, sala das professores, secretária, diretória, banheiros, e as salas de aula que eram 12 classes divididas entre 1º,2º e 3º ano, e logo ao lado a cantina e um longo pátio com mesas enormes. Ouvi alguém testando um microfone, provavelmente a diretora, corri para o auditório em que já iniciava a cerimônia. Fomos chamados um a um, para formarmos filas, cada uma respectiva a sua classe, o nome de Clayton Nahime foi citado para formar a fila juntamente comigo e meus colegas de classe que não pareciam pessoas antipáticas, fiquei muito feliz, mesmo que ele não tenha aparecido, pois, provavelmente ainda está no ónibus, pensei naquela garota, que avistei dentro do bosque, algo me trazia esperanças de que ela estivesse nessa escola, mas no fim da cerimônia não a vi, depois fomos para nossas salas dar início ao ano letivo.
O professor nos dividiu em duplas, pois assim seria nossa sala até o fim do ano, mas minha dupla havia se atrasado, desejei de coração que minha dupla seja Nahime, para que posamos dividir todos os trabalhos da escola. Virei meu rosto, não dando muita atenção ao professor, que explicava algumas normas da escola, parei para admirar a vista da minha sala, que era até composta por parte do bosque ecológico. Alguém aparece no portão, que ainda faltava sete minutos para se fechar, era Clayton que se salvou, por que de acordo com a escola, todos os alunos tem 15 minutos de tolerância para a entrada na escola. Mas acho que agora, ele só vai entrar na segunda aula, não vai dar tempo dele subir aqui, por sorte pegamos a sala 1-A que fica no segundo andar.
De repente, algo me chamou a atenção para dentro da sala, alguém batia na porta, o professor disse com uma cara de decepção.
“Mais um aluno atrasado.”
E logo foi abrir a porta, para minha surpresa, uma linda menina ruiva entrava pela porta e se dirigiu a mesa do professor, juntamente com ele, meu coração palpitou, achei que fosse ter um infarto ou uma parada cardíaca, meu coração dançava no meu peito. O professor olhou alguns papéis e apontou para a carteira ao meu lado, a qual a garota se dirigiu e sentou-se, suspirei, olhando para aquele bela face que olhava atentamente para o professor, suspirei de novo, e virei o rosto novamente para a janela, tentando afastar meus olhos, minha cabeça e meu coração um pouco dela, algo fisgava meu coração repetidamente, uma alegria imensa veio ao meu coração, dei um sorriso de leve e olhei meio de banda para ela, que estava com os dois olhos em cima de mim, na mesma hora eu corei, com aqueles olhos castanhos claros e com um toque de lápis preto ao redor que o destacava de toda sua suave face, ela percebeu que eu estava sorrindo, e também deu um leve sorriso e disse.
“Oi~.”
O que fez meu coração pular e desejar seus lábios, mesmo sentindo que, não era digno de ter tanta beleza ao meu lado. Ela passou a mão na frente dos meus olhos me fazendo acorda e dizer.
“OII!”
Ela começou a rir. E disse.
“Você é engraçado! Espero que possamos ser bons amigos.”
“Também, espero.” Disse sorrindo assim como ela.
Depois dessa pequena conversa, não falamos mais nada um para o outro e só ficamos a prestar atenção no professor.
Continua ...
Light Novel Projeto

Notas do autor

Obrigado por estar lendo este capitulo. #>
Se você gostou espere pela continuação que está muito boa. :3
Não esqueça de comentar e se você fez login no facebook curta a fanfiction, Onegai ishimasu!
Então, até a próxima mina-san.
Arigato gozaimasu, kissus, bye bye.

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