Notas do autor
Yooh mina-san,
Antes de chegar ao dia principal, que é o 1º dia de aula do
Aiko, decidi trazer ao capitulo 2, como Aiko e Nahime se conheceram. Para vocês
que querem ver Yoona em cena aguardem e se contentem com o Prólogo por enquanto
>.<
Bom, só me resta agora lhe desejar uma boa leitura!
Capitulo 02
Light Novel Projeto
Domingo pela manhã, o sol ainda não batia na minha janela
com tanta intensidade, ao ponto de me acorda, mas de repente me acordo com o
barulho do chuveiro, é minha mãe, que está se arrumando para ir à igreja. Ontem
passei a noite upando no jogo S.A.O com Nahime, agora são seis e quarenta no
meu relógio de parede, mesmo assim estou sem sono. Resolvi passar a manhã aqui
na cama, pois não tenho mais nada para fazer, a não ser ajudar minha mãe nas
tarefas domesticas, o que por algum motivo me faz lembrar de Clayton de como o conheci.
Era dia 15 de abril de 2009, eu tinha 11 anos, e já era bem “vida loka” sabe.
Era verão, mas não estava tão quente naquela manhã, naquela
manhã de quarta-feira.
Em mais um dia normal de aula, boa parte dos alunos
conversavam na sala e o professor Hébio nos ensinava mais sobre a linguagem dos
gringos, meu corpo estava ali, mas minha cabeça estava longe, lembrando de mais
um andar que passei no jogo Sword Art Online. Lembrei do meu parceiro de guilda
Nahime o único que se sacrificou para me ajudar a upar dentro do jogo, bem, não
sou o Kirito mas estou me dando bem no jogo. Lembro que, mais uma vez que ele
me livrou das garras do Boss, que estava logo atrás de mim. Para o nível de
Nahime o boss nem era tão forte, mas para mim, bom ele me mataria com apenas
uma “chulipa”, mas Nahime conhece meu avatar melhor do que eu, e sabia que eu
não suportaria um ataque dele, logo ele me defendeu mais uma vez, me dando a
chance de continuar no jogo.
Depois dessa boa lembrança voltei para a sala de aula, pois
de repente ela começou a ficar calma demais, mesmo com professores em classe,
eles não ligam para o que o professor falava, o que me deixa frustrado com
relação a falta de interesse de boa parte, acham que a vida de estudante é uma brincadeira,
lembro que li em um jornal uma frase filosófica, que não lembro bem quem a
escreveu mas que falava sim.
“Nossa carreira depende do nosso esforço para continuar a aprender.
O tesouro da educação, não estar no diploma ou no que se ensinou na escola, mas
sim no que ela nos permite conquistar depois.”
Percebo que alguém estava entrando em classe provocando essa
onda de silencio.
“A diretora.”
Um aluno fala para outros que ainda insistiam em conversar.
Ela se pós na frente da turma, perto do quadro, e com um
pequeno gesto de bater palmas, chamou a atenção dos alunos, em seguida
prosseguiu dizendo:
“Silencio gente, hoje temos um novo aluno para passar esse
ano com vocês.”
Logo apontou para um cara que estava conversando com Hébio,
de costas para a classe. Ele se virou e apresentou-se:
“Bom dia, meu nome é Clayton Araujo, tenho 12 anos e venho
da cidade de João Pessoa.”
De início nem dei bola para aquele cara, eu só queria voltar
para o meu mundo e sair do meio dessas pessoas hipócritas, preconceituosas e de
mente fechada, pois aquele menino que está aqui na minha frente, deveria ser só
mais um deles.
“Bom ele ...”
Quando a diretora pensou em
prosseguir foi interrompida pela fala arrogante de Clawbeir o aluno mais “engraçadinho”
da turma, dizendo assim:
“Ei ...”
Clayton olhou fixamente para ele e esperou a pergunta.
“Você tem algum apelido?”
Clawbeir ama brincar com o apelido das pessoas, para poder rebaixa-las
e tentar mostrar quem estar a cima, quem é o poderoso chefão da sala, tenho
muito nojo dele, ele já me apelidou mas não conseguiu tirar nada de mim, na
sala eu não falo com ele, por que ele só brinca com as pessoas aqui, lá fora
ele é outra pessoa, pois enquanto um palhaço tiver plateia ele vai continuar a brincar
e tentar tirar proveito disso, mas eu sei que lá fora Clawbier não tem plateia,
por isso ele não faz brincadeiras de mal gosto, mas se ele me chamar de Aikuto
de novo eu vou rachar ele ao meio.
Em seguida Clayton com uma pequena pausa respondeu:
Tenho sim, é um nickname que uso em um jogo RPG, eu me chamo
Nahime.
Naquela hora parei um pouco e pensei.
Não, pode ser!
Só pode ser coincidência, minha boca secou, senti o leve
vento do ventilador passar por dentro de minha camisa.
Durante o jardim de infância e parte do ensino fundamental,
todos que eu conhecia se afastavam de mim, por que eu tenho opinião própria e
sou decido em tudo que faço, muitos me rejeitam por não seguir a massa, o que
todo mundo acha que é certo e não o que é correto. Pessoas preconceituosas, que
não sabem que o preconceito é como uma faixa que os cega fazendo com que eles
só vejam o que lhes separam e não que lhes une.
Quantas vezes eu não ouvi alguém dizer.
“aa, eu não vou escutar essa banda contigo, por que meus
amigos não escutam esse gênero musical.”
Quantas vezes vi pessoas que só gostam de algo por que é
moda. Mas eu sabia que ali na frente, estava alguém que pensar como eu, e expõe
as mesmas opiniões, que fora ou dentro do jogo, eu sei que ele me entende e eu
entendo ele, naquele momento olhei fixamente para Clayton Araújo, decidi falar
com ele e começar mais um X1 de jogadores Noobs.
Ouso mais um barulho lá embaixo, mas dessa vez não era o
chuveiro e sim a porta que batia, depois que minha mãe entrou, ela me chamou:
“Alisson?”
“Oi, mãe?” respondi me sentando na cama.
“Você está em casa?”
“Não, estou não. kk” Respondi baixinho com medo dela escutar.
Joguei minhas costas sobre a cama, agora com os braços
aberto e olhando para o teto. Fiquei alguns minutos tentando imaginar como vai
ser a minha nova escola, pois amanhã começam as aulas.
Light Novel Projeto
Notas do Autor
ºvº arigatoo mina,
Obrigado por chegar aqui no fim, >.< espero que você
tenho gostado apesar de que esse ficou muito pequeno o capitulo.
Bom se você gostou comenta aqui mais abaixo, e se possível
não esqueça de fazer um breve comentário sobre a ilustração da fanfic que eu
gostei muito me lembra muito o Amano Yukitero do anime Mirai Nikki ^^ ...
aguarde pelo episódio épico dessa jornada o dia de Aiko ir à escola.
Kissus, bye bye
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